Como especificar válvulas de controle direcional

Conheça cada detalhe desse componente hidráulico saiba como identificá-lo

Sistemas hidráulicos são repletos de componentes essenciais para que seu funcionamento seja eficaz e eficiente, um deles é a válvula de controle direcional que tem a função de direcionar a vazão do fluido hidráulico sob pressão pelo sistema. Essa válvula funciona por meio de um êmbolo, que popularmente é conhecido como carretel, gerenciado pelo movimento deslizante ou rotativo que interliga os canais internos da válvula para que o fluido seja direcionado corretamente de acordo com a necessidade.

A classificação da válvula é feita a partir de algumas especificações iniciando pelo número de conexões ou vias do componente, que são os pórticos de trabalhos, entradas e saídas da válvula. Além das vias, temos o numero de posições que é ilustrado por quadrados unidos que vão representar o número de configurações de comutação da válvula, no mínimo sempre haverá duas posições para identificar.

Além do numero de vias e posições de trabalho, é necessário à identificação dos modos de acionamento de comutação da válvula que são gerenciados por meio de energias, manuais mecânicas, eletromecânicas, hidráulicas ou pneumáticas. Esse ponto é muito importante, porque vai de encontro com o objetivo de seu uso, custo benefício e acionamento do maquinário. O carretel da válvula é movido para as posições por meio desses tipos de acionamentos, por isso é preciso entender melhor como funciona cada tipo.

No caso dos acionamentos mecânicos, o tipo rolete é utilizado quando a comutação de uma válvula direcional precisa ocorrer no momento em que o atuador atinge uma posição específica.

Nos acionamentos hidráulicos ou pneumáticos ocorre o que chamamos de acionamento por pilotagem hidráulica ou pneumática onde o carretel é acionado por meio de uma pressão respectiva a forma de energia utilizada, a qual é responsável por agir sobre o carretel e o posicionar de acordo com a necessidade. Resumidamente se for originada a pressão, o acionamento da válvula vai funcionar pela pressão do piloto que é aplicada nas laterais do êmbolo ou pistão de comando.

Se for um acionamento eletromecânico, há uma bobina que por meio da corrente elétrica produz um campo magnético que, quando induzido no pistão gera uma força que o movimenta dentro da bobina. Esse movimento oriundo do eletromagnetismo desloca o pistão que tem contato direto com o carretel da válvula direcional que por fim o movimenta para a posição determinada.

Além dos acionamentos especificados, o retorno ou fixação das válvulas são geridas por meio de acionamentos mecanicamente estimulados, sendo executados por mola ou trava (detente). Essas comutações caracterizam o retorno da válvula no caso da mola ou fixação na posição comutada caso detente quando desacionado a comutação de acionamento.

Por último, há o formato do êmbolo que vai especificar o tipo de válvula e vai depender do tipo de trabalho que seu uso será necessário, ele pode ser do tipo deslizante ou rotativo. Se for deslizante ele terá uma seção transversal cilíndrica, que nada mais é que um corte segundo um plano perpendicular ao eixo da peça, com segmentos usinados permitindo a passagem do fluido com o movimento do êmbolo.

Se for rotativo o carretel pode ter formato cilíndrico e girar dentro do corpo da válvula, ao invés de utilizar o movimento longitudinal do exemplo deslizante. Esse movimento consiste em abrir ou fechar as entradas de passagem do fluído através da válvula.

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